11 a 15 anos. Quem sou eu em comunidade?

fundamental
Deixar de ser criança é, ao mesmo tempo, não ser adulto: esta é a transição vivida pelos alunos no Ensino Fundamental II, momento que gera insegurança e dificuldades de compreensão (para o próprio sujeito, sua família e equipe pedagógica), mas também possibilidades em aberto, já que os adolescentes despertam sua visão crítica e começam a buscar formas de promover transformações em seu meio.



A transição entre o “eu” e o “eu com” exige que olhemos para cada aluno como um universo, que sofre determinações diferentes e vive experiências únicas. É preciso reconhecer a sua diferença, compreender o ambiente social em que está inserido, respeitar seu conhecimento prévio e criar situações em que a cidadania e a consciência sócioambiental possam ser exercidas.  Trabalhamos para enriquecer a formação emocional, social e cultural de nossos alunos, conduzindo-os à superação de desafios individuais e coletivos, à valorização das diferenças e a uma postura comprometida. Para lidar com os jovens, neste momento, buscamos, na multiplicidade de expressões, a sua individualidade. Apenas por meio da abertura ao diálogo e à escuta é que conseguimos perceber o outro, tão próximo e tão distinto de nós.

Elaboramos um projeto educacional que propicia:

  • Acolhimento e espaços de convivência;
  • O desenvolvimento psicossocial e das habilidades linguísticas e cognitivas;
  • Experiências colaborativas para a construção de uma comunidade solidária.


O desenvolvimento da leitura e da escrita em todas as áreas continua sendo prioridade. Os alunos vão utilizar a linguagem escrita com vários propósitos: ler para aprender, ler para ampliar seus conhecimentos, ler por prazer. Vão escrever para guardar suas memórias, informar alguém próximo a eles, publicar ideias e pensamentos, argumentar. Por esse motivo, são preparados para dominar a língua em diversas situações de comunicação. Assim, a dimensão do diálogo torna-se o principal fundamento da prática educativa. As experiências educativas marcadas pela vivência dialógica contribuem para a valorização da diversidade e o respeito ao outro, orientando o fazer pedagógico em uma perspectiva ética e social.



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